segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Nestas coisas,não sou mesmo nada-nada. esquisita. consumo. "na boa!". qualquer uma "me serve". tamanho "xs" ou "s". quanto mais melhor. adoro. adoro.
http://www.younglovers.com.au/
ofereçam-me pelo menos uma.
basta-me. uma.
umita... uminha... vá lá... "xs", dá... serve...
...
já disse que destas,
não me faço de esquisita...
nem de rogada.
;)
"entra"
aqui, em baixo
ofereçam-me pelo menos uma.
basta-me. uma.
umita... uminha... vá lá... "xs", dá... serve...
...
já disse que destas,
não me faço de esquisita...
nem de rogada.
;)
"entra"
aqui, em baixo
« Minha boa Senhora e Amiga
[...] Com efeito após a agitação da Europa, das [+ notícias das] sessões da "Paz" e das greves em Paris sabe-me bem este ignorado e remoto cantinho, tanto mais q. os últimos dias de Paris, com calor e fadiga, e a viagem, me indispuseram a saúde. O momento actual, no mundo e sobretudo p.ª nós, é tão grave q. mal imaginamos a sua significação. E esta impressão de perigo supremo q. re[s]into aqui, junta-se a fantástica recordação da Catedral de Reims, q. longo tempo me perseguirá como um enorme inesquecível Cauchemar da Guerra. O q. desejamos é q. V. E. passe tão bem quanto à sua saudade lho permitirem. - Na certeza de q. somos sempre amigos fiéis e gratos.
[...] Com efeito após a agitação da Europa, das [+ notícias das] sessões da "Paz" e das greves em Paris sabe-me bem este ignorado e remoto cantinho, tanto mais q. os últimos dias de Paris, com calor e fadiga, e a viagem, me indispuseram a saúde. O momento actual, no mundo e sobretudo p.ª nós, é tão grave q. mal imaginamos a sua significação. E esta impressão de perigo supremo q. re[s]into aqui, junta-se a fantástica recordação da Catedral de Reims, q. longo tempo me perseguirá como um enorme inesquecível Cauchemar da Guerra. O q. desejamos é q. V. E. passe tão bem quanto à sua saudade lho permitirem. - Na certeza de q. somos sempre amigos fiéis e gratos.
Afonso Lopes Vieira
25/Junho/1919»
«Na morte de alguém q. amâmos,
o fundo da nossa dôr é uma
imensa humilhação..., talvêz
porq. então mais q. nunca
experimentâmos, o infinito do
Irremediável»
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o fundo da nossa dôr é uma
imensa humilhação..., talvêz
porq. então mais q. nunca
experimentâmos, o infinito do
Irremediável»
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«Na casa de S. Pedro póde fazer-se às vezes o Saladoc do rei de
Tule, - atirar a Taça ao mar!»
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Tule, - atirar a Taça ao mar!»
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A casa como um búzio, acompanha o ex-líbris petrarquista do poeta - or piango or canto - numa simbiose perfeita com o refrão popular tão glosado por Lopes Vieira: Minha alma é só de Deus o corpo da água do mar.
[...]
Editando-as as suas expensas, com o seu nome bem claramente impresso na capa, com a explícita designação, também, de que o editor era o próprio autor, mas sem menção da tipografia onde o trabalho se realizara - a fim de evitar, obviamente, incómodos a terceiros -, Afonso Lopes Vieira só não terá cometido a inútil imprudência de pôr o folheto à venda (para quê provocar a sua imediata e maciça apreensão?) mas, em contrapartida, dele faz, segundo sei, uma tão larga distribuição por amigos e conhecidos, amigos de conhecidos e conhecidos de amigos, que bem se pode dizer ter corrido assim todos os demais riscos que a empresa implicava. E só haverá uma explicação para o facto de o seu autor não ter chegado a ser preso por essa vez: a críptica linguagem utilizada, que não tornava transparentes, a um largo público, as alusões que lá se faziam.
[...]
Editando-as as suas expensas, com o seu nome bem claramente impresso na capa, com a explícita designação, também, de que o editor era o próprio autor, mas sem menção da tipografia onde o trabalho se realizara - a fim de evitar, obviamente, incómodos a terceiros -, Afonso Lopes Vieira só não terá cometido a inútil imprudência de pôr o folheto à venda (para quê provocar a sua imediata e maciça apreensão?) mas, em contrapartida, dele faz, segundo sei, uma tão larga distribuição por amigos e conhecidos, amigos de conhecidos e conhecidos de amigos, que bem se pode dizer ter corrido assim todos os demais riscos que a empresa implicava. E só haverá uma explicação para o facto de o seu autor não ter chegado a ser preso por essa vez: a críptica linguagem utilizada, que não tornava transparentes, a um largo público, as alusões que lá se faziam.
[...]
[...]
- E agora diga-me em que ocupa o seu tempo no desterro que se impôs?
-Divido a minha vida, nestes anos de exílio voluntário e higiénico, material e espiritualmente, entre a casa [de S. Pedro de Moel] e a que possuo nas Cortes, perto de Leiria, e que pertencem ao meu tio avô, o poeta Rodrigo Cordeiro, que teve a sua hora de grande voga e tem o seu nome gravado na lápide dos poetas em Coimbra.
[...]
-E não lhe pesa o isolamento? A voz do mar é bela mas monótona.
-Não; tenho a faculdade de viver comigo, com alguns livros, o mar e a minha liberdade espiritual, que prezo imensamente. E, depois, nestes anos de afastamento em que tive de renunciar à amizade de velhos companheiros que me foram queridos, sinto-me satisfeito com a minha consciência - bem supremo para mim - e ganhei outras amizades que me compensam daquelas que quis perder.
- E agora diga-me em que ocupa o seu tempo no desterro que se impôs?
-Divido a minha vida, nestes anos de exílio voluntário e higiénico, material e espiritualmente, entre a casa [de S. Pedro de Moel] e a que possuo nas Cortes, perto de Leiria, e que pertencem ao meu tio avô, o poeta Rodrigo Cordeiro, que teve a sua hora de grande voga e tem o seu nome gravado na lápide dos poetas em Coimbra.
[...]
-E não lhe pesa o isolamento? A voz do mar é bela mas monótona.
-Não; tenho a faculdade de viver comigo, com alguns livros, o mar e a minha liberdade espiritual, que prezo imensamente. E, depois, nestes anos de afastamento em que tive de renunciar à amizade de velhos companheiros que me foram queridos, sinto-me satisfeito com a minha consciência - bem supremo para mim - e ganhei outras amizades que me compensam daquelas que quis perder.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
«Sejamos sinceros: não temos teatro, tal como não temos Deus: para isso é preciso comunhão. Cada um tem as suas ideias e receios específicos e apenas mostra aos outros o que lhe convém e agrada. Vamos reduzindo continuamente o nosso entendimento até atingir o mínimo necessário, em vez de gritarmos contra a parede de uma aflição comum, através da qual o inconcebível em tempo de se concentrar e intensificar».
Uma doçura de texto...
«Não quero benesses, é uma doação
como nas cartas régias.
Embora seja dama podes tratar-me de minha princesa.
Tu, que vives de modéstias
meu príncipe nobre nunca serás não!
É bem mais giro seres o meu cavaleiro-vilão
aceitas assim, com sim e sem modéstias_ ou não_?
coloca um "x" no _ »
como nas cartas régias.
Embora seja dama podes tratar-me de minha princesa.
Tu, que vives de modéstias
meu príncipe nobre nunca serás não!
É bem mais giro seres o meu cavaleiro-vilão
aceitas assim, com sim e sem modéstias_ ou não_?
coloca um "x" no _ »
já nesta altura tinha a mania dos "assins" - sou mesmo déspota.
a menina popwork que o diga...
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
domingo, 30 de dezembro de 2007
sábado, 29 de dezembro de 2007
"xxxx* xxxx... xxxx na xxxx..."
regra n.º 1) xxxxxx xxxxxxx xxxxxxx
regra n.º 2) xxxxxxx


regra n.º 3) xxxxxxxx, xxxxxxxxxx, xxxxxxxxxx xxxxxxxxxx

«xxxxx xxxxxxx xxxxxxx
xxxx xxxxxxxx xxxxx»
:):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):)
xxxxxx xxxxxx xxxxxx xxxx xxxx...
:):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):):)
wwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwww wwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwwww w
wwwwwwwww wwwwwwwww wwwwwwww wwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwww
wwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwwww w
wwwwwwwww wwwwwwwww wwwwwwww wwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwwwwwwwww wwwwwwwwwwwwwww
mea culpa. prescindo do habeas corpus.
_ *xxxxx, xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx. é a mais pura verdade.
** imagens censuradas.
** imagens censuradas.
"Lara, de galochas??? mas hoje está sol, não deram chuva!!!". Violante. interroga. atónita_pausa. silêncio_Eu. muda_"não, Violante... eu trouxe os remos". Sandra. responde_pausa. silêncio_chorámos. Eu. e. a. Sandra. as duas. Nós.pausa_Violante...assiste_"Sandra, somos tão choronas, tão tolinhas, não era suposto". Eu. dissimulo_ pausa. longa-pausa.abraçámo-nos.longo-momento-de-pausa.chorámos."adeus".disse.-me. afinal, choveu. deram.-me.chuva."adeus".
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
"surpresa!!" - 25/26.eleespera-nos.emcasa.
[não era preciso teres ficado "assim!!:o) "]
adoro-o [ "pode ficar? :)" ]
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Well it's Christmas time again, decorations are all hung by the fire
Everybody's singin', all the bells are ringing out
And it's Christmas all over again, yeah again
Long-distance relatives, haven't seen'em in a long, long time
Yeah I kind of missed 'em, I just don't wanna kiss 'em, no
It's Christmas all over again, yeah again
And all over town little kids gonna get down
And Christmas is a rockin' time, put your body next to mine
Underneath the mistletoe we go, we go
Everybodys singin', all the bells are ringin' out
It's Christmas all over again, yeah again
And right down our block little kids start to rock
And Christmas is a rockin' time, put your body next to mine
Underneath the mistletoe we go, we go
Merry Christmas time come and find you happy and there by your fire
I hope you have a good one, I hope momma gets her shoppin' done
And it's a Christmas all over again
Baby it's Christmas all over again
And it's Christmas all over again
Now let's see...I want a new Rickenbacker guitar,
two Fender bass-mans, Chuck Berry songbooks, xylophone...
...um presentinho:
.Sleeping Betty.
Claude Cloutier
será que uma rapariga não pode dormir em paz neste conto de Perault?
ora espreitem aqui
Claude Cloutier
será que uma rapariga não pode dormir em paz neste conto de Perault?
ora espreitem aqui
...então, votos de um Natal doce, docinho e quentinho, também:)
encomenda//post-it-verde:
para os amigos que estão perto: saquinhos c/ 550 gr. de "beijinhos". - entregar pessoalmente.
para os amigos que estão longe: saquinhos c/ 750 gr. de "suspiros". - entregar por telefone.
para os amigos pedinchões: saquinhos de "sonhos" bem dourados - entregar por correspondência/não esquecer: comprar envelopes dos ctt - verde.
não esquecer: a Teresa e a Andreia preferem "farturas" - o Pedro não pára de pedir "filhos!!"... oh, "filhos" não!! "filhós" - perguntar a quantidade desejada.
post-it-cor-de-rosa:
- malas feitas, presentinhos na bagageira, outros já oferecidos, postais enviados, e-mails verificados.
- rumar em direcção a Aveiro. em direcção ao bulício familiar, quentinho, como a fogueira crepitante. amanhã é dia de "queimar saudades".
_____
______________
Mas volto. Volto com uns quilinhos a mais, talvez...:) pois vou devorar a minha maior doçura, até mais não - a minha avó!!! Foram três meses anémicos, de indigência-calórica extrema, vividos sem os abraços da avó, sem a voz da avó, sem o-tudo-e-nada-que-é-tudo-da-avó... talvez seja por essa razão que a minha avó exclama sempre a tão tradicional frase "Larinha, estás tão magrinha!!", quando nos reencontramos. Sim, quero, quero muito, quero regressar obesa e esturricada e lambuzada pela doçura da minha avó - sim, suponho que vou regressar rechonchudinha, de doçuras e de delícias, como sempre:)
____*****festas felizes*****___
_____________________________________________ saio com a sensação de que me esqueci de qualquer coisa...

Passo, pela última vez, os olhos e os dedos pelo meu fiel portátil manhoso... muito manhoso, já senil, já gagá ,já esclerosado, já corcunda pelo peso das pastas, das tralhas e mais tralhas que carrega há já alguns anitos. Está raquítico e amnésico, denunciando fortes indícios de alzheimer, e moribundo, com as teclas já viradas para a cova, mas coitadinho... é meu.... está cheio de coisas minhas, e tantas coisas me conta, e tantas coisas me relembra...adoro-o... por isso seria incapaz de lhe aplicar a eutanásia. Sou tão egoísta, tão egoísta nestas coisas do sentimento. assumidamente materialista nestas coisas do sentimento. que só hoje me aprecebi que afinal, apenas defendo. teoricamente, a eutanásia, visto que,... na realidade... na prática... prefiro vê-lo morrer lentamente, assistir à sua morte, a induzir e determinar o seu fim.
(...)
Dizia eu que passo os olhos pelo meu fiel pc, abro o e-mail, verifico umas coisitas "e tal", organizo as tais tralhas, e agendo outras tralhas antes de partir .
Não vou descrever o frenesim das compras de Natal, nem das intermináveis filas de pagamento, nem da estucha que foi fazer as malas e do esforço sobre-humano que fiz para não me esquecer de nada, nem de ninguém... não escrevo sobre esse assunto, porque essa foi/é sempre a parte chata desta quadra... e o momento exije-se que seja de felicidade!! Amanhã rumo para a Amesterdão de Portugal - sim, Amesterdão e não Veneza!! Aveiro, não tem nada a ver com Veneza... se me apetecesse, explicava-vos... mas estou de férias, estou num blog parvo, e padeço de preguicite aguda, pelo que deixem-me gozar este meu estado de aparvalhanço letárgico... Todavia, peço-vos, por favor: não esbarrem no facilitismo acéfalo dos lugares-comuns... Aveiro não é Veneza. Aveiro é Aveiro. Se quiserem armar-se-em-intelectuais refutem essa teoria bacoca e digam qualquer-coisa-do-tipo: Aveiro é a Amesterdão de Portugal, e se de seguida ripostarem, interrogando-vos porquê...? Respondam: porquê? é tão óbvio!! as evidências saltam à vista:P - ["redundâncias, redundâncias" - que nada mais são do que escória, nada valem, embora pareçam valer ouro nos tempos que correm...-private joke, desprovida de joke]
____
____________
Amanhã é dia de queimar as saudades que já ardem e rechear mimar mimar mimar mimar e xi-coraçãozar a minha avó e engordá-la de beijinhos. muitos muitos muitos***********************************************************.
A todos vós, meus caríssimos.íssimos., desejo um Natal hiperglicécimo, energético, diabético e obeso - sim, porque estes dias pedem excesso de doçuras, e ainda que essas doçuras sejam de corantes artificias, ainda que sejam só para enfeitar a mesa da consoada na noite de Natal, passada em família, e ainda que essas doçuras sirvam apenas para polvilhar e enfeitar e decorar os bolos... porque ficam bem na fotografia... façam um esforço e sejam gulotões...nem que seja apenas para essa noite, para esse um dia de Natal... não custa nada... o sotaque Americano do Pai Natal e aquela barriga-balofa-inchada de Budweiser e de hamburguers também me irritam imenso, vi-me forçada a conformar com a impossibilidade de devolver o sapatinho à chaminé e reverter/devolver/restituir a tradição... mas é Natal... fica bem e sabe bem ... é estupidamente confortante continuar a acreditar na candura idílica do Natal ... é tolice... mas é giro e sabe bem... sabe-me bem...
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(...)
Dizia eu que passo os olhos pelo meu fiel pc, abro o e-mail, verifico umas coisitas "e tal", organizo as tais tralhas, e agendo outras tralhas antes de partir .
Não vou descrever o frenesim das compras de Natal, nem das intermináveis filas de pagamento, nem da estucha que foi fazer as malas e do esforço sobre-humano que fiz para não me esquecer de nada, nem de ninguém... não escrevo sobre esse assunto, porque essa foi/é sempre a parte chata desta quadra... e o momento exije-se que seja de felicidade!! Amanhã rumo para a Amesterdão de Portugal - sim, Amesterdão e não Veneza!! Aveiro, não tem nada a ver com Veneza... se me apetecesse, explicava-vos... mas estou de férias, estou num blog parvo, e padeço de preguicite aguda, pelo que deixem-me gozar este meu estado de aparvalhanço letárgico... Todavia, peço-vos, por favor: não esbarrem no facilitismo acéfalo dos lugares-comuns... Aveiro não é Veneza. Aveiro é Aveiro. Se quiserem armar-se-em-intelectuais refutem essa teoria bacoca e digam qualquer-coisa-do-tipo: Aveiro é a Amesterdão de Portugal, e se de seguida ripostarem, interrogando-vos porquê...? Respondam: porquê? é tão óbvio!! as evidências saltam à vista:P - ["redundâncias, redundâncias" - que nada mais são do que escória, nada valem, embora pareçam valer ouro nos tempos que correm...-private joke, desprovida de joke]
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Amanhã é dia de queimar as saudades que já ardem e rechear mimar mimar mimar mimar e xi-coraçãozar a minha avó e engordá-la de beijinhos. muitos muitos muitos***********************************************************.
A todos vós, meus caríssimos.íssimos., desejo um Natal hiperglicécimo, energético, diabético e obeso - sim, porque estes dias pedem excesso de doçuras, e ainda que essas doçuras sejam de corantes artificias, ainda que sejam só para enfeitar a mesa da consoada na noite de Natal, passada em família, e ainda que essas doçuras sirvam apenas para polvilhar e enfeitar e decorar os bolos... porque ficam bem na fotografia... façam um esforço e sejam gulotões...nem que seja apenas para essa noite, para esse um dia de Natal... não custa nada... o sotaque Americano do Pai Natal e aquela barriga-balofa-inchada de Budweiser e de hamburguers também me irritam imenso, vi-me forçada a conformar com a impossibilidade de devolver o sapatinho à chaminé e reverter/devolver/restituir a tradição... mas é Natal... fica bem e sabe bem ... é estupidamente confortante continuar a acreditar na candura idílica do Natal ... é tolice... mas é giro e sabe bem... sabe-me bem...
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sábado, 22 de dezembro de 2007
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Disparou. Tocou. de raspão. quem. Alguém. «foi*».
Moment to catch up. Feel it. Touched in white.
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